sexta-feira, 20 de março de 2009

Recomeçar



Depois de merecidas férias... o recomeço!

Este post é só para dizer-lhes (companheiros de Pead) que é muito bom poder "voltar a ativa" ao lado de pessoas tão especiais...
Um bom recomeço para todos nós! Um excelente 2009!

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Sala de aula: lugar de ser feliz!

Vejam como são lindinhos os meus alunos!

Concentração momentos antes da "Caminhada da Primavera"... só alegria!

Proposta de trabalho a partir da leitura do livro "O cabelo de Lelê"



O cabelo de Lelê
O livro “O cabelo de Lelê” conta a história de uma menina, Lelê. Ela não consegue compreender porque os seus cabelos são tão cacheadinhos e então, resolve buscar a resposta em um livro... e acaba encontrando!
Lelê descobre que seus cabelos são herança de seus antepassados, africanos.
E, além disso, Lelê aprende que em cada cachinho de seu cabelo existe um pedaço de sua história.
Síntese do livro “O cabelo de Lelê”, pela professora Márcia Regina S. Souza.
O cabelo de Lelê/Valéria Belém; ilustrações Adriana Mendonça – São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2007.


Proposta de trabalho: livro de auto-retratos
O trabalho desenvolvido pela professora Márcia com a turma 21 visava atingir os seguintes objetivos:
Conhecer o livro “O cabelo de Lelê”;
Dialogar sobre a diversidade étnica;
Valorizar as diferentes estéticas humanas;
Reconhecer-se enquanto sujeito único.


Cultura Afro

Ao longo do mês de novembro, trabalhei com minha turma de segundo ano um projeto referente a cultura afro-brasileira. Nesta proposta os alunos pesquisaram sobre o assunto, realizaram atividades diversas e produziram trabalhos belíssimos. Confira nos slides abaixo.

sábado, 29 de novembro de 2008

(Re)pensando a Gestão Democrática

Gestão Democrática é o processo político pelo qual os membros integrantes da escola discutem, deliberam e planejam, solucionam problemas e os encaminham, acompanham, controlam e avaliam o conjunto das ações voltadas ao desenvolvimento da própria escola. Este processo, sustentado no diálogo e na alteridade, tem como base a participação efetiva de todos os segmentos da comunidade escolar, o respeito a normas coletivamente construídas para os processos de tomada de decisões e a garantia de amplo acesso às informações aos sujeitos da escola.
Assim, por Gestão Democrática Escolar entendo uma administração onde a tomada de decisões se dá pelo coletivo da escola. Ou seja, em uma gestão desse tipo não há espaço para o autoritarismo e para a exclusão. A escola pertence a todos e todos sabem disso, assumindo responsabilidades, cumprindo seus deveres e tendo os seus direitos respeitados.
A participação de todos os segmentos escolares é a base para a construção do Projeto Político Pedagógico (PPP) de forma coerente, visando a democratização das relações de poder e o respeito à própria comunidade escolar.
PPP e Regimento Escolar (RE) estão solidamente ligados. Ao passo que o PPP norteia as ações da escola e o RE normatiza estas ações, estabelecendo e garantindo a Gestão Democrática.
Contudo, percebo que ainda existem grandes entraves à Gestão Democrática, uma vez que:
A cultura democrática é ainda pouco consolidada nos segmentos diversos da sociedade;
Existem dificuldades em entender a importância do Controle Social;
Há resistência à socialização do poder;
Ocorre a visão patrimonialista;
Existe pequena vontade política por parte dos gestores ou mesmo contrariedade à idéia de participação política.
Seguiremos pensando e (re)pensando a Gestão Democrática...

Tardif: refletindo acerca de alguns de seus ensinamentos

Trabalhei com alguns textos de Tardif na interdisciplina EPPC e posso afirmar: não há como discordar de suas idéias.
Nesta obra, “Saberes docentes e formação profissional” o autor discute acerca dos saberes que servem de base para os professores realizarem seu trabalho em sala de aula. Além disso, sugere que reflitamos acerca do papel do professor enquanto construtor de saberes inerentes à prática pedagógica, considerando suas competências e habilidades.
O autor chama à atenção para o fato de os pesquisadores e intelectuais da educação não levarem em consideração os saberes do professor, tampouco a sua capacidade de produção de conhecimentos frente à sua profissão.
Tardif contesta o fato de os educadores serem tidos como meros executores de tarefas, em face disso propõe que a subjetividade do professor seja colocada de lado nas pesquisas, abrindo espaço para o professor enquanto sujeito atuante.
O autor também indica mudanças em relação à formação dos professores. Acredita que deveria ser dada voz à classe docente, em outras palavras, dar-lhes o direito de opinar quanto à profissionalização dos mesmos.
Tardif crê que haja uma grande desvalorização dos professores.
Ele adverte que não há união entre grande parte dos profissionais da educação.
Lembra, ainda, Tardif que o mundo acadêmico não leva em consideração os saberes dos professores de profissão.
Penso que existe realmente um grande preconceito em relação aos profissionais da educação, especialmente os professores. Mas o que mais me surpreende é que este preconceito não parte tão somente daqueles que estão de fora do ambiente escolar, mas que estas discriminações ocorrem principalmente entre os próprios colegas de profissão.
Muitas vezes os colegas, professores de área das séries finais, lançam olhares carregados de discriminação às “professorinhas do currículo”, como costumamos ser taxadas.
Em contrapartida, esses mesmos professores que discriminam as colegas do currículo sofrem preconceito por parte dos professores que atuam no ensino médio.
Então eu me pergunto: por que ao invés de nos unirmos em prol de um objetivo maior, como melhores condições de trabalho, por exemplo, perdemos tempo numa disputa de vaidades que não irá nos levar a lugar algum? Infelizmente até hoje ainda não consegui encontrar uma resposta!

Pensando a Gestão Democrática

A organização da escola sob a ótica democrática ocorre perante a implementação de mecanismos de participação social, tais como: a formulação de políticas educacionais; a determinação de objetivos e fins da educação; o planejamento; as tomadas de decisão; a definição sobre a locação de recursos e necessidades de investimento; a execução das deliberações; e nos momentos de avaliação.
A Gestão Democrática na escola é assegurada por normatização das práticas sociais; envolve toda a comunidade circundante e seus agentes sociais; implica em participação de todos os seus sujeitos, de forma direta e também por meio de representação e caracteriza-se pelo funcionamento: do conselho escolar, da descentralização de recursos, do provimento do cargo de diretor, de participação direta de todos os agentes sociais, de planejamento participativo e da avaliação institucional participativa.
Além disso, a Gestão Democrática possui as seguintes dimensões:
financeira – através do repasse de verbas, da programação de recursos, do plano de aplicação e da prestação de contas;
administrativa – abrangendo o planejamento participativo global, o provimento do cargo de diretor, o Conselho Escolar e agremiações e as organizações das vidas funcional e escolar;
pedagógica – é composta pelo PPP e por dinâmicas de organização do ensino;
relacional – com relações com o sistema, rede de ensino, órgão central e instituições afins.
Na escola municipal em que atuo a Gestão Democrática existe “no papel” e muitos colegas ainda tentam tirá-la até mesmo de lá (exclui-la). Já na escola estadual, a Gestão Democrática é visível aos olhos, sem esforço.
Creio que a principal necessidade para a implementação da Gestão Democrática nas escolas está na superação de seu maior entrave: o medo que os professores possuem da mudança!

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Formação Continuada

Desde o último dia 12 estou participando do Pró Letramento – Programa de Formação Continuada de Professores dos Anos/Séries Iniciais do Ensino Fundamental – oferecido pela Smed/Alvorada e promovido pelo MEC. O foco do curso é alfabetização e linguagem.
Para conhecer o programa acesse http://portal.mec.gov.br/seb/index.php?option=content&task=view&id=559

Sobre o P.A.

O P.A. do qual participo tem "histórias pra contar"!!
Primeiramente éramos o Gláuber e eu. Então ele foi desligado pela orientadora da dupla. A partir disso passei a trabalhar sozinha.
Tem duas ou três semanas que ganhei um grupo de trabalho! Agora somos quatro (Bárbara, Elise, Gláuber e eu)!
O assunto do qual tratamos é muito interessante: sotaques diversos em uma mesma língua.
Existe aqui, neste blog, uma postagem anterior que contém um link para o PA, acesse e conheça.

A bruxa está solta!



É incrível, como o tempo voa! Hoje já é o último dia de outubro... não é à toa que a bruxa está solta!!! kkkkkkkkkk
Estou tentando me organizar e sanar minhas dificuldades em relação ao tempo de dedicação ao Pead. Não que eu esteja trabalhando pouco nos assuntos acadêmicos, muito pelo contrário: o PA e o Projeto Temático/Bipolaridade tem ocupado a totalidade de meu escasso tempo “livre”. Portanto, estou com algumas atividades em atraso...
Mas é isso, no stress. Pra tudo na vida dá-se um jeito...