Olá!
Vocês devem estar se perguntando: e o documentário, hein? Pois bem, a saga continua! (risos)
Nessa semana resolvi mudar a tática. Utilizei o período da hora do conto (que é com outra professora) para realizar as filmagens com uma dupla de alunos. De certa forma deu certo, porque consegui gravar o vídeo. Mas por outro lado, não gostei; pois privei estes alunos de participarem da mesma atividade que o grande grupo participava. No fim acabei me sentindo mal... mas isso passou, afinal estou estagiando, ou seja, estou num período de experimentações. Valeu a experiência!
domingo, 20 de junho de 2010
Sexta semana de estágio
Durante a sexta semana de estágio realizamos muitas atividades, contemplando assim o planejamento semanal. Dentre elas, ensaios periódicos para a presentação de nossa turma no já tradicional Chá das Mães, de nossa escola. Além de ofertarmos a música Meteoro da Paixão produzimos uma apresentação em ppt para as mães. Esta segue logo abaixo:

terça-feira, 1 de junho de 2010
QUINTA SEMANA DE ESTÁGIO
Durante a quinta semana de estágio, minha turma e eu trabalhamos muito em cima das práticas da leitura hipotética, da escrita e da oralidade. Assim, não pude deixar revisitar os materiais disponibilizados pela interdisciplina Linguagem e Educação; principalmente o texto 3 do módulo 3 “Tem um monstro no meio da história (GURGEL, 2009)”. Desse documento destaco duas falas bem interessantes e que foram ao encontro da minha proposta de trabalho naquele período:
"Ao ouvir histórias, a criança cria hipóteses sobre como se sentiria se estivesse frente aos mesmos dilemas e situações do personagem”. (Gilka Girardello)
“Ao construir narrativas, a criança brinca com a realidade e encontra um jeito próprio de lidar com ela”. (Thais Gurgel)
A seguir algumas narrativas produzidas pelos estudantes da minha turminha.
"Ao ouvir histórias, a criança cria hipóteses sobre como se sentiria se estivesse frente aos mesmos dilemas e situações do personagem”. (Gilka Girardello)
“Ao construir narrativas, a criança brinca com a realidade e encontra um jeito próprio de lidar com ela”. (Thais Gurgel)
A seguir algumas narrativas produzidas pelos estudantes da minha turminha.
sábado, 22 de maio de 2010
QUARTA SEMANA DE ESTÁGIO
Olá! Vocês devem estar curiosos para saberem se está correndo tudo bem em relação à produção do documentário, não é mesmo? Pois bem, lá no pbworks eu já publiquei as novidades. Mas como eu sei que alguns de vocês, leitores, não têm acesso aquela página vou colar aqui umas passagens do post para vocês se interarem, ok?!!
Lá vai...
"Consegui realizar todas as atividades as quais me propus, à exceção da apresentação do numeral 10 e sua respectiva tarefa de fixação, visto que na terça-feira, dia 4, recebemos a visita do prefeito Brum em nossa escola. Ele veio acompanhado de seu vice, Giovane e da secretária municipal de educação, Jussara e de assessores da SMED; o propósito da visita era entregar os “kits escolares 2010”. Então, naquele dia deixamos de contemplar a atividade com o numeral 8, que foi protelada para a aula seguinte (05/05). Consequentemente o numeral 9 ficou para o dia 6 e no dia 7 as atividades previstas não deixavam brecha para a apresentação do numeral 10.
Ainda sobre a visita do prefeito. A minha turma foi escolhida para a entrega simbólica dos kits escolares; aproveitei a deixa para filmar a ocasião – certamente este material fará parte de nosso documentário!
Aliás, sobre as filmagens eu gostaria de deixar registrado o quanto foi difícil realizá-las. Na segunda-feira nós combinamos o que iríamos perguntar às pessoas que entrevistaríamos bem como quem seriam estas pessoas; também acertamos como se daria a escolha dos “entrevistadores do dia” (a cada nova filmagem uma dupla de alunos seria sorteada e sairia com a professora, os demais alunos ficariam na sala de aula realizando alguma tarefa).
Na terça-feira pusemos em prática o combinado. Ocorreu que os alunos entrevistadores ficaram tímidos e esqueceram o que iriam perguntar e os outros fugiram da sala para ver o que os coleguinhas estavam fazendo com a professora.
Na quarta-feira decidi mudar a tática. Levei os alunos para realizarem a entrevista no pátio. Mas aí, os alunos da turma que estava tendo aula de educação física ficaram ao redor dos meus alunos, ridicularizando o trabalho dos pequenos. É claro que os meus alunos ficaram chateados e o resultado não foi bom. Preciso pensar em algo diferente para a próxima semana..."
E aí, conseguiram sentir/imaginar um pouquinho do sufoco pelo qual passei?? Juro que eu pensei que seria mais fácil... ou melhor, que não seria assim TÃO difícil!
Lá vai...
"Consegui realizar todas as atividades as quais me propus, à exceção da apresentação do numeral 10 e sua respectiva tarefa de fixação, visto que na terça-feira, dia 4, recebemos a visita do prefeito Brum em nossa escola. Ele veio acompanhado de seu vice, Giovane e da secretária municipal de educação, Jussara e de assessores da SMED; o propósito da visita era entregar os “kits escolares 2010”. Então, naquele dia deixamos de contemplar a atividade com o numeral 8, que foi protelada para a aula seguinte (05/05). Consequentemente o numeral 9 ficou para o dia 6 e no dia 7 as atividades previstas não deixavam brecha para a apresentação do numeral 10.
Ainda sobre a visita do prefeito. A minha turma foi escolhida para a entrega simbólica dos kits escolares; aproveitei a deixa para filmar a ocasião – certamente este material fará parte de nosso documentário!
Aliás, sobre as filmagens eu gostaria de deixar registrado o quanto foi difícil realizá-las. Na segunda-feira nós combinamos o que iríamos perguntar às pessoas que entrevistaríamos bem como quem seriam estas pessoas; também acertamos como se daria a escolha dos “entrevistadores do dia” (a cada nova filmagem uma dupla de alunos seria sorteada e sairia com a professora, os demais alunos ficariam na sala de aula realizando alguma tarefa).
Na terça-feira pusemos em prática o combinado. Ocorreu que os alunos entrevistadores ficaram tímidos e esqueceram o que iriam perguntar e os outros fugiram da sala para ver o que os coleguinhas estavam fazendo com a professora.
Na quarta-feira decidi mudar a tática. Levei os alunos para realizarem a entrevista no pátio. Mas aí, os alunos da turma que estava tendo aula de educação física ficaram ao redor dos meus alunos, ridicularizando o trabalho dos pequenos. É claro que os meus alunos ficaram chateados e o resultado não foi bom. Preciso pensar em algo diferente para a próxima semana..."
E aí, conseguiram sentir/imaginar um pouquinho do sufoco pelo qual passei?? Juro que eu pensei que seria mais fácil... ou melhor, que não seria assim TÃO difícil!
TERCEIRA SEMANA DE ESTÁGIO - Esta foi uma semana bem curtinha...
Nesta semana tive apenas as duas primeiras aulas para estar efetivamente com os meus alunos. Pois na quarta-feira participei do Dia da Educação em minha escola e na quinta e na sexta-feira, do Seminário Municipal de Educação. Os trabalhos de sala de aula contemplaram o corpo e os cinco sentidos, basicamente. Consegui realizar tudo o que foi proposto no planejamento.
Mas nessas aulas não inovei em nada (estou sendo sincera!). Fiz apenas aquilo que sempre fiz quando trabalhei esses conteúdos: manipulação de objetos concretos e mapeamento do corpo. Confesso que agora, ao escrever isto, me senti um tanto retrógrada!!! Será que faltou inspiração na ocasião?! Sei lá... mas os objetivos foram alcançados!
Mas nessas aulas não inovei em nada (estou sendo sincera!). Fiz apenas aquilo que sempre fiz quando trabalhei esses conteúdos: manipulação de objetos concretos e mapeamento do corpo. Confesso que agora, ao escrever isto, me senti um tanto retrógrada!!! Será que faltou inspiração na ocasião?! Sei lá... mas os objetivos foram alcançados!
Estagiando - segunda semana
Olá!
Como eu já lhes contei na postagem anterior, estou trabalhando para desenvolver um documentário com a minha turma. Pois bem, não sei se já disse - e se assim o fiz vou repetir - mas esta arquitetura irá permear os conteúdos e as habilidades previstas para os trabalhos do primeiro trimestre com esta turma. Friso isto porque quando comento com as pessoas não-peadianas sobre a construção do documentário, elas costumam me questionar sobre o "resto". Então, aclarando as coisas, o dito resto (leia-se conteúdos) não será prejudicado em função da arquitetura, muito pelo contrário; esta servirá de viés para que as coisas aconteçam. (Será que ficou claro?!!)
Adiante.
A partir de agora, vou colar aqui partes da reflexão que realizei sobre a minha prática docente (referente à 2ª semana); farei isto aqui porque lá no pbworks só poderá ter acesso ao post quem estiver autorizado, uma vez que aquele é um espaço privado. Ok?!
"Abrimos os trabalhos da segunda semana com a abordagem da temática indígena.
Inicialmente perguntei ao grupo se conhecia/já tinha visto um índio. Alguns alunos disseram-me que já haviam visto na tv. Outros afirmaram que “o índio usa pena na cabeça” e que “ele anda pelado”. Houve quem dissesse que o “índio mora na floresta”.
Discutimos esses conhecimentos prévios e tentei desconstruir esta visão romântica acerca dos índios. Contudo, creio que não atingi o meu propósito pois os alunos demonstraram não conseguir compreender como os indígenas poderiam ser tão diferentes daquilo tudo que já haviam visto na mídia e nos livros de literatura infantil. Há que se considerar, sei bem, a faixa de idade dos alunos (6 anos) porém, a falta de elementos concretos na discussão tornou-a improdutiva. Senti-me um tanto frustrada nessa ocasião.
Por outro lado, a gurizada se divertiu cantando e dançando a música “Os indiozinhos”. A confecção de máscaras foi outro momento de descontração.
Então, mais tarde, dialogando um pouco com Freire a frustração aumentou ainda mais. Pois ele sempre nos mostrou que o professor deve fazer do ensinar um ato político, desoprimindo o educando e oferecendo-lhe meios para a construção de novos saberes. E isto não houve na minha aula. Muito pelo contrário, mantive meus alunos alienados...
Pessoal, nesse dia eu fiquei tão chateada... vocês nem imaginam... me senti uma professorinha em início de carreira!
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Agora vou colar mais alguns trechos (destes eu gostei!):
"Nesta semana tivemos mais um contato com o ambiente informatizado (AI) da escola, dessa vez trabalhamos com uma ferramenta do GCompris onde foi possível montar tangrans virtuais. Devido a notável satisfação dos alunos ao retornarem do AI, aproveitei para puxar um gancho para o desenvolvimento da afetividade em relação à instituição escola; perguntei-lhes se gostaram do “jogo” apresentado e frisei o quanto era legal o fato de a escola proporcionar momentos prazerosos como aquele.
Linkei o tangram virtual às formas geométricas que apresentei à turma. Trabalhei somente com 4 formas: quadrado, círculo, triângulo e retângulo. Mostrei os seus recortes em E.V.A nomeando-as. Em seguida ofereci uma atividade em folha.
Mais tarde sugeri que a turma se organizasse em duplas e localizassem, dentro da sala, objetos que se assemelhassem às formas estudadas. Estes objetos foram fotografados pelas duplas. A cada foto tirada eu registrava no quadro a ação. Exemplo: uma dupla localizou na letra “A” a forma triangular e fotografou; então eu registrei no quadro os nomes das duas crianças, a letra A e o desenho do triângulo.
Após todas as duplas terem fotografado tivemos então o relatório completo. Realizamos a discussão e a análise do mesmo.
Combinei com a turma que na próxima aula eu traria as fotos impressas para que pudéssemos construir um cartaz. E assim o fiz.
Nesse cartaz coletivo as duplas colaram as suas respectivas fotos ou seja, as fotos produzidas na aula anterior, classificando-as em relação à forma.
Sobre a atividade telefone sem fio das formas geométricas (brincadeira proposta para o período de recreação) eu gostaria de destacar uma curiosidade: a palavra que estava sendo cochichada nos ouvidos e levada à diante era triângulo; ocorreu que lá pelas tantas a palavra se perdeu e acabou sendo revelada ao grupo como “aquela da casinha”. Achei isto bem interessante pois evidenciou aprendizagem. Veja, o aluno que ouviu a palavra triângulo por certo não conseguiu pronunciá-la, mas sabia do que se tratava pois relacionou o que ouviu à maneira como ele anteriormente conhecia aquela dada forma. Achei isso o máximo!"
Sobre estes últimos trechos tenho algo a dizer:
Todas as atividades que propus relacionadas à matemática anteriormente não faziam parte de minha prática de sala de aula. Outrora eu preferiria manter-me focada apenas nas conhecidas "folhinhas mimeografadas". Posso dizer que foi graças à interdisciplina Representação do Mundo pela Matemática que passei a utilizar as formas geométricas (e a equiparação delas com coisas de uso cotidiano) como objetos de estudo. Ah, e o emprego de TIC'S é legado das interdisciplinas Seminário Integrador!
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Sobre a primeira semana de estágio
Ao iniciar o estágio curricular, lancei para a turma a proposta central do trabalho: produzir um documentário que retratará o dia a dia dos alunos do primeiro ano na escola. Eles ficaram empolgadíssimos, muito embora me tenha parecido que num primeiro momento eles não tivessem entendido bem do que se tratava a proposta. Pois questionaram: como a gente vai aparecer no telão? Tu sabes fazer filme, profe? etc...
Então expliquei melhor. Falei-lhes que para fazer um filme nos precisaríamos apenas de uma câmera ou filmadora ou celular e muita participação de todos. Disse-lhes que durante as nossas atividades corriqueiras eu estaria filmando e/ou fotografando para adicionar isso tudo ao filme. Também expliquei que mais adiante a turma seria dividida e que eles próprios também fotografariam e filmariam.
A turma ficou bem ansiosa. E ao longo da semana perguntaram-me sobre "quando eles fariam as coisas"?! Ou seja, parece-me que eles ainda não se deram conta de que já iniciamos os trabalhos. Afinal, eles querem é pôr a mão na massa ou melhor, na câmera!
Como atividade de motivação para a construção da arquitetura documentário realizei um passeio com a turma pelas dependências da escola:
"Subimos as escadas e passamos de sala em sala nos apresentando e desejando bom dia às turmas e aos professores, fomos até a sala de vídeo e descemos pela outra escada; caminhamos até a cozinha e entramos lá – conversamos com as merendeiras e vislumbramos a comida que estava sendo preparada; entramos na sala de professores, na secretaria e na direção; vimos onde situam-se todos os cinco banheiros da escola; seguimos visitando as turmas do térreo; também conhecemos o depósito e a sala onde são guardados os materiais de educação física; observamos todos os pontos do pátio.
Filmei alguns trechos desse passeio e pensei em utilizar este material no making off do documentário." (Este trecho foi copiado da reflexão semanal de meu pbworks, referente a semana 1.)
Ainda sobre a primeira semana.
Levei a turma pela terceira vez até o ambiente informatizado da escola. Antes de sair da sala combinei com eles que num primeiro momento eles deveriam tentar escrever as vogais utilizando as ferramentas do Tux Paint e que depois, no segundo momento, eles poderiam explorar os jogos do GCompris. Me surpreendi! A turma cumpriu com o combinado, realizando as tarefas com sucesso!
Outra atividade legal que realizei foi a construção do gráfico de barras para ilustrar a quantidade de pessoas cujos nomes iniciam com a mesma letra. Em meu pbworks relatei o seguinte: "No fundo da sala de aula eu tenho um painel confeccionado em papel pardo; nele há as fotos de cada criança acompanhadas dos respectivos nomes escritos com as letras iniciais destacadas. Pois bem, solicitei que os alunos olhassem para este painel e respondessem a medida em que eu indagava: quais os nomes que começam com a letra A? Quantos são? (Estas perguntas eu fiz para cada letra do alfabeto.) Na medida em que os alunos respondiam eu ia anotando no quadro. Concluída essa etapa, fixei no quadro um gráfico pré-pronto. Era o gráfico de barras dos nomes dos alunos. Expliquei à turma que cada quadrinho representava um aluno e fiz a correlação com as anotações do quadro, mostrando-lhes que se tratava de uma coisa só. Eu disse-lhes que cada aluno pintaria o seu quadrinho. Terminada a pintura do gráfico partimos para a análise do mesmo. Pela interação e pelo interesse apresentados por parte dos alunos para com a atividade, suponho que eles tenham entendido o propósito e que tenham gostado de participar."
Então expliquei melhor. Falei-lhes que para fazer um filme nos precisaríamos apenas de uma câmera ou filmadora ou celular e muita participação de todos. Disse-lhes que durante as nossas atividades corriqueiras eu estaria filmando e/ou fotografando para adicionar isso tudo ao filme. Também expliquei que mais adiante a turma seria dividida e que eles próprios também fotografariam e filmariam.
A turma ficou bem ansiosa. E ao longo da semana perguntaram-me sobre "quando eles fariam as coisas"?! Ou seja, parece-me que eles ainda não se deram conta de que já iniciamos os trabalhos. Afinal, eles querem é pôr a mão na massa ou melhor, na câmera!
Como atividade de motivação para a construção da arquitetura documentário realizei um passeio com a turma pelas dependências da escola:
"Subimos as escadas e passamos de sala em sala nos apresentando e desejando bom dia às turmas e aos professores, fomos até a sala de vídeo e descemos pela outra escada; caminhamos até a cozinha e entramos lá – conversamos com as merendeiras e vislumbramos a comida que estava sendo preparada; entramos na sala de professores, na secretaria e na direção; vimos onde situam-se todos os cinco banheiros da escola; seguimos visitando as turmas do térreo; também conhecemos o depósito e a sala onde são guardados os materiais de educação física; observamos todos os pontos do pátio.
Filmei alguns trechos desse passeio e pensei em utilizar este material no making off do documentário." (Este trecho foi copiado da reflexão semanal de meu pbworks, referente a semana 1.)
Ainda sobre a primeira semana.
Levei a turma pela terceira vez até o ambiente informatizado da escola. Antes de sair da sala combinei com eles que num primeiro momento eles deveriam tentar escrever as vogais utilizando as ferramentas do Tux Paint e que depois, no segundo momento, eles poderiam explorar os jogos do GCompris. Me surpreendi! A turma cumpriu com o combinado, realizando as tarefas com sucesso!
Outra atividade legal que realizei foi a construção do gráfico de barras para ilustrar a quantidade de pessoas cujos nomes iniciam com a mesma letra. Em meu pbworks relatei o seguinte: "No fundo da sala de aula eu tenho um painel confeccionado em papel pardo; nele há as fotos de cada criança acompanhadas dos respectivos nomes escritos com as letras iniciais destacadas. Pois bem, solicitei que os alunos olhassem para este painel e respondessem a medida em que eu indagava: quais os nomes que começam com a letra A? Quantos são? (Estas perguntas eu fiz para cada letra do alfabeto.) Na medida em que os alunos respondiam eu ia anotando no quadro. Concluída essa etapa, fixei no quadro um gráfico pré-pronto. Era o gráfico de barras dos nomes dos alunos. Expliquei à turma que cada quadrinho representava um aluno e fiz a correlação com as anotações do quadro, mostrando-lhes que se tratava de uma coisa só. Eu disse-lhes que cada aluno pintaria o seu quadrinho. Terminada a pintura do gráfico partimos para a análise do mesmo. Pela interação e pelo interesse apresentados por parte dos alunos para com a atividade, suponho que eles tenham entendido o propósito e que tenham gostado de participar."
domingo, 4 de abril de 2010
Estou triste!

Pessoal, estou muito triste! Pois neste feriadão de Páscoa roubaram o meu carrinho. E o que é ainda pior, roubaram com o meu material de trabalho dentro dele. É isso mesmo. O meu diário de classe do primeiro ano estava lá dentro e a minha pasta também. Neles, todas as minhas anotações importantes acerca de meus aluninhos, a atividade realizada por eles no primeiro dia de aula, os registros de tudo o que eu havia realizado até então e tudo o mais. É uma lástima!
Mas sou forte e não vou deixar a tristeza tomar conta de mim! Vou mergulhar de cabeça na idéia que pretendo pôr em prática com a turma 11. Nosso documentário será um sucesso!
Nas próximas postagens estarei trazendo novidades sobre esse trabalho. Até lá!
Professora ou arquiteta?
Bem dizem que o professor de tudo é um pouco... agora sou arquiteta! (risos)
Deixa eu explicar para os leitores não-peadianos:
Neste semestre desenvolverei junto a uma de minhas turmas, mais precisamente a turma de primeiro ano, o estágio curricular de meu curso de licenciatura em Pedagogia EAD. E, para tanto proporei a realização de uma arquitetura pedagógica, um documentário, focado no espaço escolar no qual nos situamos.
Estou com grandes expectativas em torno desse trabalho. Creio que vá render bons frutos. É algo nunca antes experimentado por mim. Estou com muita vontade de iniciar porém, com medo das críticas (ruins) que muito provavelmente irei receber de alguns pais e colegas de trabalho. Mas já dizia o gaudério: "não tá morto quem peleia!" Tenho garra e força de vontade.
Deixa eu explicar para os leitores não-peadianos:
Neste semestre desenvolverei junto a uma de minhas turmas, mais precisamente a turma de primeiro ano, o estágio curricular de meu curso de licenciatura em Pedagogia EAD. E, para tanto proporei a realização de uma arquitetura pedagógica, um documentário, focado no espaço escolar no qual nos situamos.
Estou com grandes expectativas em torno desse trabalho. Creio que vá render bons frutos. É algo nunca antes experimentado por mim. Estou com muita vontade de iniciar porém, com medo das críticas (ruins) que muito provavelmente irei receber de alguns pais e colegas de trabalho. Mas já dizia o gaudério: "não tá morto quem peleia!" Tenho garra e força de vontade.
Entre a cruz e a caldeirinha
Mais um ano se inicia... expectativas, angústias, incertezas e insegurança... sinto um mix destes sentimentos!
Estou ansiosa! Recebi novas turmas, novos alunos... inclusive ganhei a turma de primeiro ano que tanto pedi à minha diretora. Mas... "e agora, José?" São 30 alunos, nove semanas de intenso trabalho e as temíveis visita e avaliação da supervisora de estágio... que medo!
Durante o período de sondagem pude constatar que a turma é demasiadamente imatura, agitada e barulhenta. Contudo, o nível cognitivo é muito bom, se comparado às antigas turmas de primeira série com as quais trabalhei nessa mesma escola. Isto me acalentou.
Me peguei pensando inúmeras vezes sobre a possibilidade de realizar o estágio com a minha outra turma, um terceiro ano. Ao mesmo tempo lembrava que na outra escola os recursos tecnológicos eram escassos. Então tornava a firmar o pensamento na turma de primeiro ano. Santo dilema!!! Estive nesses últimos dias entre a cruz e a caldeirinha! Mas me decidi, afinal não havia mais tempo hábil para trocas. Seja o que Deus quiser e o que o Diabo permitir!
Obs.: Perdoem-me pois hoje estou muito coloquial.
Estou ansiosa! Recebi novas turmas, novos alunos... inclusive ganhei a turma de primeiro ano que tanto pedi à minha diretora. Mas... "e agora, José?" São 30 alunos, nove semanas de intenso trabalho e as temíveis visita e avaliação da supervisora de estágio... que medo!
Durante o período de sondagem pude constatar que a turma é demasiadamente imatura, agitada e barulhenta. Contudo, o nível cognitivo é muito bom, se comparado às antigas turmas de primeira série com as quais trabalhei nessa mesma escola. Isto me acalentou.
Me peguei pensando inúmeras vezes sobre a possibilidade de realizar o estágio com a minha outra turma, um terceiro ano. Ao mesmo tempo lembrava que na outra escola os recursos tecnológicos eram escassos. Então tornava a firmar o pensamento na turma de primeiro ano. Santo dilema!!! Estive nesses últimos dias entre a cruz e a caldeirinha! Mas me decidi, afinal não havia mais tempo hábil para trocas. Seja o que Deus quiser e o que o Diabo permitir!
Obs.: Perdoem-me pois hoje estou muito coloquial.
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