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segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Letramento Social X Letramento Escolar



Aquilo que é visto/ensinado na escola corresponde àquilo que é necessário para a interação social?
Vejamos. A escola ensina a decodificação alfabética e numérica deslocada de um sentido usual social. A apropriação mecânica da leitura, da escrita e dos cálculos são vistos como mecanismos sumamente necessários à ascensão escolar. Quem não detém estas habilidades não é contemplado com a promoção, tampouco reconhecido enquanto “sujeito inteligente”. Uma vez que, muitos professores consideram como inteligentes somente aqueles que aprendem com facilidade o que lhes é ensinado. Inúmeros professores ainda não aceitam como ação inteligente a capacidade de as pessoas raciocinarem, planejarem e resolverem situações-problema no cotidiano. E são esses professores que fazem da escola um órgão reprodutor de ações sem sentido, uma entidade desinteressante. E é dentro desse contexto que ocorre o letramento escolar.
Diferentemente, o letramento social ocorre em meio aos setores que compõem a sociedade (comunidade, igreja, família etc). Um sujeito não alfabetizado, mas que interage com a sociedade por meios alternativos que não a leitura e a escrita de códigos, é sim um sujeito letrado e suas ações deveriam ser valorizadas pela instituição escola. Mas não é o que acontece. Geralmente um sujeito analfabeto é marginalizado pela mídia, pelas entidades governamentais, pela “sociedade alfabetizada” e pela própria escola, o que é uma lástima! Ao meu ver, aquele que consegue ler o mundo através de outros olhos que não os da linguagem escrita e compreendê-lo deve ser valorizado e não relegado.

FALA, LEITURA E ESCRITA - tecendo idéias...


Ao ler o texto “Leitura, escrita e oralidade como artefatos culturais” pude observar as inúmeras variações ocorridas ao longo dos anos em relação à valorização da leitura e da escrita e aos usos que delas se faz/fez.

Assim, de acordo com a leitura supracitada e  as experiências vividas, creio que tanto a língua falada quanto a escrita, variam conforme o meio, a razão e a circunstância. Ou seja, a língua molda-se ao contexto.

Em relação à fala, penso ser esta um instrumento de expressão, defesa e poder. Alguém que fala com segurança e convicção é capaz de vencer batalhas, arranjar aliados e reverter quadros problemáticos. Em minha opinião, quem exerce seu poder de persuasão com excelência tem o mundo em suas mãos.

Já em relação à escrita, penso que este mecanismo seja um pouco menos poderoso. Pois diferentemente da fala, alcançará diretamente apenas aqueles que são alfabetizados. Ou seja, a linguagem escrita é seletiva. A exceção, se assim pode-se dizer, está nos casos em que o sujeito não alfabetizado, mas letrado, utiliza-se de um intermediário para interagir com os códigos, como quando ele solicita a ajuda de um outro sujeito, o leitor. Nesse caso, o alcance e a apropriação da linguagem escrita ocorreram de maneira indireta.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Um mês depois...

Olá pessoal! É com vergonha que lhes cumprimento... um mês sem postar... Como diriam os meus alunos: foi mal!!! Acontece que a vida andou bem corrida!

Mas vamos ao que interessa. Lembram daquela proposta que eu havia recebido? Pois é, agora eu conto!
As profes Iris e Bea me convidaram para mediar um fórum dentro da inter SI7. Que desafio hein?!! Lógico que eu aceitei, imaginem se eu perderia a oportunidade... Querem espiar o meu trabalho? É só clicar aqui.

P.s.: Pela primeira vez no curso gostei de participar de um fórum. Confesso que sempre achei essa prática desinteressante...

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Recomeço...

Mais um semestre se inicia... um passo a frente rumo à formatura... muitos cabelos a serem arrancados!!! hehehe
É... vida de acadêmica não é mole, não! Ainda mais de uma peadiana!!

Agora, falando sério. Na última quarta-feira tivemos nossas primeiras aulas presenciais do semestre: Linguagem e Educação e Seminário Integrador VII. Ambas foram boas contudo, a aula de SI7 foi muito prazerosa e dinâmica. Formei grupo com os colegas Gláuber, Mário e Elise. Recebemos uma proposta de atividade onde deveríamos orçar e planejar o mobiliário básico necessário a uma família de 4 pessoas, a partir da planta baixa de uma casa e um limite de gastos de R$ 10.000,00. Se alguém tiver curiosidade em visualizar a atividade, é só clicar aqui!

Além disso, no último final de semana recebi uma proposta, de uma professora, que me envaideceu... mais adiante eu conto pra vocês!

Até!